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Com média de R$ 1,09 milhão, Baixada Santista lidera preço de imóveis novos em SP

Maioria dos domicílios em Santos são em apartamentos. Sílvio Luiz/A Tribuna Jornal Os apartamentos novos na Baixada Santista, no litoral de São Paulo, têm ...

Com média de R$ 1,09 milhão, Baixada Santista lidera preço de imóveis novos em SP
Com média de R$ 1,09 milhão, Baixada Santista lidera preço de imóveis novos em SP (Foto: Reprodução)

Maioria dos domicílios em Santos são em apartamentos. Sílvio Luiz/A Tribuna Jornal Os apartamentos novos na Baixada Santista, no litoral de São Paulo, têm preço médio de R$ 1.096.936, superando outras regiões do estado, segundo levantamento do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), realizado em parceria com a Brain Inteligência Imobiliária. O valor considera todos os tipos de imóveis incluídos na pesquisa. O número coloca o litoral à frente de regiões como Jundiaí (R$ 938.148), Franca (R$ 822.381), Grande ABC (R$ 681.932) e a própria Região Metropolitana de São Paulo (R$ 616.289), além de ficar amplamente acima da média estadual de R$ 637.297. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. O preço médio é de R$ 11.177 por metro quadrado. De acordo com Carlos Meschini, diretor regional do Secovi-SP, o cálculo é feito com base nas informações coletadas nos plantões de vendas dos empreendimentos e nos preços praticados pelas incorporadoras e construtoras. Agora no g1 O valor dos imóveis é influenciado por fatores como: padrão de construção, características do mercado local, oferta e procura, custo e disponibilidade de terrenos e proximidade com o mar. A metragem, a localização e as áreas de lazer e serviços oferecidas pelos empreendimentos também interferem no preço. As características do solo, principalmente em Santos (SP), também aumentam os custos das obras. Segundo Meschini, o tipo de fundação necessário pode representar uma parte importante do custo de construção, principalmente em empreendimentos maiores. Desenvolvimento da Baixada Santista Santos tem participação importante no resultado regional, mas outras cidades da Baixada Santista também contribuem para a composição da média. “O desenvolvimento de Praia Grande e Riviera de São Lourenço, aliados aos avanços em Guarujá, São Vicente, Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe e o mercado consolidado de Santos dão o tom do destaque regional em relação às demais praças do estado”, afirmou Meschini. Segundo o Secovi-SP, Praia Grande e Bertioga, especialmente a região da Riviera de São Lourenço, possuem imóveis com valores relevantes e ajudam a formar a média da região. Guarujá avança no mercado imobili Mariane Rossi / G1 Perfil dos imóveis A Baixada Santista possui empreendimentos destinados a diferentes faixas de renda e perfis de compradores. Algumas cidades, porém, têm maior concentração de imóveis de médio e alto padrão, o que influencia o preço médio regional. O valor de R$ 1.096.936 reúne todos os tipos e padrões de imóveis pesquisados. Por isso, não representa necessariamente o preço de um apartamento típico da região ou de um único segmento do mercado. A localização próxima à praia, o padrão de construção, o tamanho do imóvel e as áreas de lazer e serviços estão entre os fatores que influenciam o preço. Custo de construção Além da valorização dos imóveis, os custos de construção também influenciam o preço final das unidades. De acordo com o Secovi-SP, materiais como aço, PVC e cimento tiveram aumentos de preços em determinados períodos acima da inflação. Esses custos acabam pressionando o valor final dos imóveis. Por isso, a evolução dos preços dos apartamentos novos deve ser analisada considerando tanto a valorização dos imóveis quanto os custos de construção e as características dos empreendimentos lançados em cada período. Riviera de São Lourenço Divulgação Riviera de São Lourenço Demanda A procura por imóveis na Baixada Santista também está ligada à possibilidade de morar perto da praia, ter uma segunda residência ou passar períodos mais longos na região. A facilidade de acesso à capital paulista e a oferta de comércio, serviços, educação e saúde também tornam as cidades da região atrativas para quem busca moradia permanente, um imóvel para uso eventual ou investimento. Segundo Meschini, a pandemia mudou os hábitos de moradia e aumentou a procura por cidades que oferecessem qualidade de vida, infraestrutura, comércio e serviços. O trabalho remoto também permitiu que algumas pessoas passassem períodos maiores na Baixada Santista sem precisar deixar suas atividades profissionais na capital ou em outras regiões. VÍDEOS: Tudo sobre Santos e Região

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